Mas, como vocês já sabem ou deveriam saber, as coisas não costumam sair como planejamos e, de amiúde, temos surpresas (des)agradáveis. Pois bem, eis que minha tia, no auge da depressão, encontra seu ex-bunda no mercado e uma forma de tirar-nos de casa. Saímos de casa no meio da tarde para seu consolo e levamos comida, já que aonde tem comida, tem alegria. Deve ter funcionado bastante, porque ela já estava sociável no meio da festa. Ah, sim: festa. Todas as amigas do lado A foram ser solidárias também e levaram comida e seus corpos para alegrar a casa. Não sintam pena de mim, foi legalzinho. Pelo menos eu ri. E vi fogos.
Com esparadrapo, já que, como eu já falei, é impossível estar totalmente normal em eventos assim.
Foi aí que entrou a história dos 200g, junto com os olhos falhos da mãe do marido de uma amiga da minha tia. Não é engraçado, então não vou contar, só mostrar:
200g - 2009
É idiota.
Na entrada desse novo ano, o que eu realmente não esperava foi pela marolinha que veio, mas que já passou e, se tudo der certo, não vai voltar. Quando digo marolinha, me refiro a um grande e vasto mar de merda. Já passou, já passou.
- Começou com um copo quebrando na mão. Um círculo perfeito. Tinha som, teve barulho, bebida no chão, a boca do copo na mão e o pé do copo no chão. Foi assustador.
- O Mimo, o cachorro bipolar da minha irmã teve um problema no olho e é capaz de perde-lo. Segundo o veterinário, ele está sentindo muita dor.
- A chave aqui de casa quebrou dentro da porta. A gente até que conseguiu tirar e, em outra situação, seria um motivo pra xingar até a vigésima geração do cara que fez a chave. O que uns chamam de normal, eu chamo de marolinha.
- Almoço com meu pai. O que foi? Nunca acabam bem. Sempre tem uma conclusão fenomenal de quanto tempo de vida ele ainda tem.
Digo, o 4o tópico teve uma coisa engraçada. Cof cof:
"Quem diz que é possível ser feliz sem dinheiro é porque não tem ou nunca teve".
Meu pai é filósofo.
Agora chega. Vou mandar um "inté" especial pra galera da área comercial e dizer que, nê, vender uma calça por 396 reais? Nunquinha, bem. Só a Paris Hilton, o que é, convenhamos, um baita desperdício, já que ela não mede esforços para ficar com elas no corpo. Come on, né, people.
Inté;

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