quarta-feira, 29 de julho de 2009

Abandono

Precisa explicar?
Bom, depois de muito lutar com a realidade, eu resolvi que seria uma boa idéia esquecer isso aqui e fazer outro. Decisão tomada depois de ler meu antigo fotolog e perceber o quanto eu era engraçada e que as palavras ainda eram minhas amigas. Sério mesmo, eu ri sozinha. Também porque, depois de um tempo, você esquece que não está escrevendo só pra você e, no meu caso, começa a reclamar sem parar e over and over.

Até que chegou a hora em que nem eu aguentava mais ler meus posts. Foi aí que eu vi que as coisas estavam fora de controle e que era uma boa idéia parar. E fazer outro. Você sabe, uma página virada, um blog descartado...

Então isso é um adeus aos que ainda vêm aqui, porque eu sei que esses seres existem e eles não estão só na minha cabeça. O contador nunca mente.

Até, porque eu ainda não sei dizer adeus em um blog.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Devaneios...

Quem é Vivo sempre aparece. Eu sou Tim, mas aqui estou.

Buscando lá deep inside na base do surrealismo, um pouco de devaneio do sonho.

Cílios empedrados. Nojo. Muito nojo.
Bundas, muitas bundas banalizadas.
Chocolate, muito chocolate
indo pra bunda banalizada
que me dá nojo
que me dá asco
e terror
e muito.

Variações de Zezé:
Zé, Zê
Zezê.

Petrópolis, dinda e comida.
Muita comida banalizada.
comida, muita comida
indo pra barriga nada banalizada
e que não me dá nojo
que me dá fome
e muita.

Páscoa e chocolate,
chocolate e páscoa.
O homem ensaguentado.
O homem ensanguentado que entrou no meu colégio
ele não vai ter Páscoa esse ano
ou chocolate
nem chocolate banalizado
ou chocolate banalizado indo pra bunda.
Ou pra bunda das variações de Zezé.

Mas certamente vão pra barriga.
Barriga banalizada
e usada.
Barriga corrimão.
Usada.
Dona de cílios empedrados.
Chocolate banalizado na barriga e na bunda
que dão nojo
que dão asco
e terror
e terror banalizado.

Não vai ter Natal esse ano aqui em casa.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Bling. Confessions of a King. Ou queen.

Oh, God, o Carnaval.


Morando em frente a um ponto de ônibus, eu posso dizer com toda certeza do mundo: não há outra época do ano na qual as pessoas esquecem que têm casa. Ou cama. Ou a opção sempre muito bacana da sobriedade. Ou, né, people, músicas melhores pra se ouvir!

Ok, quem sou eu pra criticar o gosto musical alheio. Afinal, a minha própria irmã me "olha com o olhar" de estranheza, quando digo que gosto de punk, de rock, de indie. Inclusive, a minha mãe já recebeu a pergunta "como você a deixou gostar disso?". Me senti muito pária da sociedade musical.
Até me lembrar das minhas bandas preferidas. É, eu bem que me divirto com o que tenho.


Posts pequenos. Síntese.

Inté;

We didn't start the fire

Harry Truman, Doris Day, Red China, Johnny Ray, South Pacific, Walter Winchell, Joe DiMaggio, Joe McCarthy, Richard Nixon, Studebaker, Television, North Korea, South Korea, Marilyn Monroe, Rosenbergs, H Bomb, Sugar Ray, Panmunjom, Brando, The King And I, and The Catcher In The Rye, Eisenhower, Vaccine, England's got a new queen, Maciano, Liberace, Santayana goodbye, Joseph Stalin, Malenkov, Nasser and Prokofiev, Rockefeller, Campanella, Communist Bloc, Roy Cohn, Juan Peron, Toscanini, Dancron, Dien Bien Phu Falls, Rock Around the Clock, Einstein, James Dean, Brooklyn's got a winning team, Davy Crockett, Peter Pan, Elvis Presley, Disneyland, Bardot, Budapest, Alabama, Khrushchev, Princess Grace, Peyton Place, Trouble in the Suez, Little Rock, Pasternak, Mickey Mantle, Kerouac, Sputnik, Chou En-Lai, Bridge On The River Kwai, Lebanon, Charles de Gaulle, California baseball, Starkwether, Homicide, Children of Thalidomide, Buddy Holly, Ben Hur, Space Monkey, Mafia, Hula Hoops, Castro, Edsel is a no-go, U2, Syngman Rhee, payola and Kennedy, Chubby Checker, Psycho, Belgians in the Congo, Hemingway, Eichman, Stranger in a Strange Land, Dylan, Berlin, Bay of Pigs invasion, Lawrence of Arabia, British Beatlemania, Ole Miss, John Glenn, Liston beats Patterson, Pope Paul, Malcolm X, British Politician sex, J.F.K. blown away, what else do I have to say, Birth control, Ho Chi Minh, Richard Nixon back again, Moonshot, Woodstock, Watergate, punk rock, Begin, Reagan, Palestine, Terror on the airline, Ayatollah's in Iran, Russians in Afghanistan, Wheel of Fortune, Sally Ride, heavy metal, suicide, Foreign debts, homeless Vets, Crack, Bernie Goetz, Hypodermics on the shores, China's under martial law, Rock and Roller cola wars, I can't take it anymore.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

É tempo de caça

Ah, o terceiro ano. Confesso que eu estava crente que não iria ser tão brutal essa diferença, mas é assustador como um ano muda as coisas. Já não tenho mais as semi-não-preocupações do 2º ano ou as preocupações dúbias do 1º ano. O que me leva a concluir que a minha teoria estava errada. “Uma passagem de ano não muda nada”. Uma passagem de ano muda tudo. O tempo muda tudo. O colégio muda tudo. A vida é uma bitch.

O famoso terceirão, tão temido, como tão inesquecível está aí e eu, também. As coisas costumam mudar muito nessas épocas de transição. Mudam mais do que a gente acha que vai, até. E é aí que está a essência bitch. Até porque, agora, eu estou sobre meus joelhos procurando pelas respostas. No ano que não somos mais humanos, mas dançarinos.

Dançamos pelo tempo, pelos números, pela música que ouvimos, pelo livro que lemos e pela matéria sem fim que estudamos. Muitos de nós ficaram pelo caminho, mas nós ficamos bem. Mas ainda sim sonhamos com os velhos tempos, o passado sem dor ou as lágrimas pela lástima que esse ano é. É com muita ilusão que acreditamos quando nos dizem que não é tão ruim quanto parece.

É ruim, sim. Estudar não é uma coisa bacana de se fazer no primeiro dia de aula, convenhamos. No terceiro ano, vai ser uma coisa trash necessária. Eis a essência.
São, de fato, os pontos e as vírgulas que mudam tudo. A ordem muda, o horário muda, os programas mudam e o tempo te emudece. E você sente.

Um quarto dia sufocante acontece na primeira semana. Não basta o despertador tocar pra você levantar, não basta algum homem pisar no espaço para começarmos a acreditar que a Terra é azul. Agora, a gente começa a querer ver, a acreditar. Não basta mais decorar, acreditar no que os outros te dizem. A gente, agora, nesse ano, aprende tudo sozinho. Inclusive a pedir ajuda.

Ajuda de uns a outros, porque, além de nós mesmos, só nossos companheiros de situação podem nos entender. Nossos pais não podem, nossos ex-terceiranistas não podem, os coordenadores do colégio não podem. Eles sabem que é ruim o bastante, mas eles esquecem do quanto. É tranqüilo depois que passa. Agora, é ruim. É bastante ruim.

Então, dancemos.
It's getting close to sundown over the Sierra

Stranded on the freeway burning with desire
She was on the sidewalk looking for a night light
We talked about the real things
And drove into the fire
Headlights on the highway
The desert wind is howling
Rattlesnakes and romance
Is filling with the rain

Até que vamos encontrar alguma coisa à distância. Que será um trem. Caberá a nós a escolha se iremos nos abaixar, encostarmos às paredes ou batermos de frente com ele. Cabe a gente. Só a gente. Não tem ninguém pra te puxar, não tem ninguém pra te empurrar. É apenas um conto de fadas cheio de poeira e de erros. O feliz pra sempre não começa aqui. O passado triste não termina aqui.

As mudanças começam, elas vêm em círculos como sombras de fogo.
And the decades disappear

Like sinking ships but we persevere.
God gives us hope but we still fear, we don't know.

O castelo da Cinderela desmoronou, o sapato de cristal quebrou e o príncipe encantado pegou herpes da irmã má, que morreu de amores pelo homem errado. Por tudo isso, a culpa sempre será sua, por ter sonhos assim, por sonhar tão alto. O futuro não é tão brilhante assim, nem tão fácil. E as pessoas não vão ligar pra ele, na verdade.
Candy talks to strangers

Thinks her life's in danger
No one gives a damn about her hair
It's lonely down on Track Street
She used to go by Jackie
The cops, they'll steal your dreams and they'll kill your prayers

Mister cut me some slack, 'cause I don't wanna go back, I want a new day and age

Come on girls and boys, everyone make some noise!

Run neon tiger there's a price on your head
They'll hunt you down and gut you, I'll never let them touch you
Away, away, oh, run
I'm begging you neon tiger run

Under the heat of
Under the heat of
Under the heat of southwest sun

Neon tiger
There's a lot on your mind


Não vão mais ligar pra a gente. Chegaremos às faculdades e seremos o excremento. Mas, até lá, seremos os animais, cujas cabeças pedem. Correremos, não deixaremos o tempo nos pegar. Quando passarmos do tempo de caça, vamos nos preparar para mudarmos o mundo em que vivemos, onde não se pode levar a culpa por dois. Somos nós e nós mesmos. Um jogo da vida que não se pode jogar em dupla, mesmo sendo acobertados de corpo e alma por quem amamos. Esse é o mundo em que viveremos. E essa foi a preparação para ele, para o início da nossa contribuição, para a nossa mudança. Porque o que esperamos do mundo é o que o mundo espera de nós.


Conversion, software version 7.0,

Looking at life through the eyes of a tire hub,
Eating seeds as a past time activity,
The toxicity of our city, of our city,

New, what do you own the world?
How do you own disorder, disorder,
Now, somewhere between the sacred silence,
Sacred silence and sleep,
Somewhere, between the sacred silence and sleep,
Disorder, disorder, disorder.

More wood for their fires, loud neighbors,
Flashlight reveries caught in the headlights of a truck,
Eating seeds as a past time activity,
The toxicity of our city, of our city,
New, what do you own the world?
How do you own disorder, disorder,
Now, somewhere between the sacred silence,
Sacred silence and sleep,
Somewhere, between the sacred silence and sleep,
Disorder, disorder, disorder

When I became the sun,
I shone life into the man's hearts,
When I became the sun,
I shone life into the man's hearts.


Em suma, it’s funny how you just break down. E olha que meu ego é o Mr Brightside.

Inté;

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Mimo e eu: um caso de amor

Nunca fui muito de gostar de crianças - sempre me irritaram um pouco. Quando gritam, quando puxam o cabelo ou vomitam em cima de você. Acima de todos os "tabs" que pertencem ao quesito "criança", bebês é o topo, a cereja. Porque choram, porque berram, porque não falam, porque são dependentes demais e porque, novamente, vomitam em cima de você. Pode até ser bonitinho, mas depois de três minutos fazendo "oh nha nha" eu sou outra pessoa. Meus filhos, netos, sobrinhos e bisnetos (se até lá eu ainda estiver viva) serão super mimados e amados por mim, mas, honestamente, parou por aí.

A única coisa que eu nunca pensei que fosse possível aconteceu: ganhei um filho com valor de sobrinho. Não se espantem com isso, eu não estou grávida ou nada do tipo, é que minha irmã tem um cachorro.

Aah, cachorro.
São bebês que, não importa a idade, sempre andarão de quatro. E peludos.

Nunca fui muito fã dessa história de ter que limpar o que eu não fiz, ter que pagar um banho milionário e ter que passear com meu companheiro. Companheiro: esse é o lado positivo, que anula todos os outros e gera a vontade de comprar um cachorrinho. Eu, como dona de um rotweiller que um dia já foi docinho, não tenho a menor idéia do que os tópicos acima representam. Deve ser por isso que eu gosto do Tom.

De qualquer forma, quando você compra um bichinho desses você não tem idéia da quantidade abissal de doenças que ele pode ter, dos problemas que ele pode aparecer e do quanto você vai sofrer. Por exemplo, temos o Mimo, "filho" da minha irmã. Mimo e eu nunca nos gostamos, veja bem. Essa relação cheia de amores começou com o seu primeiro rosnado pra mim e foi confirmado quando eu dei um chute nele que o fez voar até a parede oposta, em cima da comidinha dele. Não, eu não sou louca, o Mimo é.
Como eu queria ver a cara das pessoas ao lerem isso.

Pois bem, eu sempre tentava fazer carinho no Mimo, que no primeiro momento parecia gostar, no segundo momento parecia estar entediado, no terceiro momento Mimo saia de perto e no quarto momento ele pegava os seus brinquedinhos e espalhava pela casa, para minar o campo e ter uma desculpa para me atacar. Ou ao Zé, o "pai" dele, que, por sinal, também tem uma relação um tanto quanto conflituosa. Cada um tem sua virtude, eu e Zé temos a nossa.

Além do mais, para coroar a convivência, Mimo começou a atacar as empregadas da minha irmã, a comer feito um boi e a pesar feito um porco. Os dois últimos quesitos não fizeram diferença, a não ser estética, porque ele ficou três vezes mais gostoso de morder. Não que eu morda ele, porque isso seria doentio. Caso contrário, eu e Cullen teríamos uns pontos em comum, fora a beleza sem fim, é claro.



Quatro anos se passaram dessa forma até o dia em que minha irmã resolveu passar esse ano novo em Portugal e largar o Dr. Evil no "hotel". Como eu já disse no post passado, minha entrada de ano foi um pouco diferente das dos outros anos: cheia de bruxaria. O copo quebrou, minha irmã se sentiu esquisita e Miminho teve um problema no olho - tudo isso no dia 31, o que, felizmente, prova que as coisas ruins não foram nesse ano, mas no final do ano passado. Digo, as coisas ruins-ruiiiins, porque, por exemplo, meu pai, mesmo dizendo que está pra morrer, ainda não perde a oportunidade de falar pra minha mãe tirar as coisas dela da casa de Angra, ou seja, tempo hábil para fazer maldade ele ainda tem. Mas vamos falar de coisas felizes e bonitas: o Mimo. Então, o Mimo teve um probleminha no olho que primeiro pensamos ter sido um Glaucoma, mas que agora sabemos que foi úlcera de córnea e que, segundo o veterinário, ele estava sentindo dor, muita dor.

Foi o bastante pra família inteira se mobilizar, inclusive meu irmão, que odeia o Mimo. Ou pelo menos odiava. A pré-conclusão é que o levamos para operar ontem, ele chegou grogue e com o "colar elizabetano". Quando digo "grogue", quero dizer que ele estava dormindo em pé e olhava para o além durante muito tempo, atitude que foi carinhosamente apelidada por mim de "recebendo as mensagens de Marte". Alegrei a casa.

Por fim, a conclusão é que, com seu belo colar, Mimo não consegue comer ou beber em seu potinho e precisa de alguém para o ajudar. Eu. Sim, eu e minha psicologia enooorme fomos ajudá-lo. E, pasme, deu certo. Até porque, não satisfeito que eu tenha que levantar a vasilha, eu tenho que pegar aquela ração MOLE e dar na boca dele. Eu confesso que foi o ápice da minha relação com o Mimo e que eu realmente o amei naquele momento. Mas, convenhamos, ele tem que me amar pra sempre agora. Inclusive porque eu estou fazendo carinho nele compulsivamente apesar do fato super relevante de que ele não está o cachorro mais cheiroso do mundo.

Eu sou um amor de pessoa e eu sei que você me ama.



Inté;

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

200g, por favor

Lá estamos nós de novo, escrevendo uns dias depois do ano novo. Ao contrário do post do ano passado, não vou falar que passei o reveillon em Angra com uma família maluca, cujo filho foi carinhosamente apelidado por mim de "Delícia" - não que ele fosse alguma delícia, veja bem, mas todas nós, do lado B, achamos que ele tem um olhar tarado, temos certeza de que ele se acha super gostoso e sedutor, e apostamos algumas coisas não-apostáveis de como ele chegou para os amiguinhos dele falando que tinha se atracado com uma de nós na virada do ano. Poupe-me, Deli, você não pega nem resfriado - que nos assombrou na "viradona" (uau, eu realmente disse isso). Em vez de uma viagem bacana, nós, das festas indie, ficamos no Hell de Janeiro, submissas a tudo o que se pode esperar de um reveillon mal planejado. Na verdade, em busca de um pouco de organização, pagamos uma modesta quantia em dinheiro para irmos para um restaurante e passarmos o ano fazendo o que melhor fazemos: comer.

Mas, como vocês já sabem ou deveriam saber, as coisas não costumam sair como planejamos e, de amiúde, temos surpresas (des)agradáveis. Pois bem, eis que minha tia, no auge da depressão, encontra seu ex-bunda no mercado e uma forma de tirar-nos de casa. Saímos de casa no meio da tarde para seu consolo e levamos comida, já que aonde tem comida, tem alegria. Deve ter funcionado bastante, porque ela já estava sociável no meio da festa. Ah, sim: festa. Todas as amigas do lado A foram ser solidárias também e levaram comida e seus corpos para alegrar a casa. Não sintam pena de mim, foi legalzinho. Pelo menos eu ri. E vi fogos.
Com esparadrapo, já que, como eu já falei, é impossível estar totalmente normal em eventos assim.
Foi aí que entrou a história dos 200g, junto com os olhos falhos da mãe do marido de uma amiga da minha tia. Não é engraçado, então não vou contar, só mostrar:
200g - 2009
É idiota.

Na entrada desse novo ano, o que eu realmente não esperava foi pela marolinha que veio, mas que já passou e, se tudo der certo, não vai voltar. Quando digo marolinha, me refiro a um grande e vasto mar de merda. Já passou, já passou.
  1. Começou com um copo quebrando na mão. Um círculo perfeito. Tinha som, teve barulho, bebida no chão, a boca do copo na mão e o pé do copo no chão. Foi assustador.
  2. O Mimo, o cachorro bipolar da minha irmã teve um problema no olho e é capaz de perde-lo. Segundo o veterinário, ele está sentindo muita dor.
  3. A chave aqui de casa quebrou dentro da porta. A gente até que conseguiu tirar e, em outra situação, seria um motivo pra xingar até a vigésima geração do cara que fez a chave. O que uns chamam de normal, eu chamo de marolinha.
  4. Almoço com meu pai. O que foi? Nunca acabam bem. Sempre tem uma conclusão fenomenal de quanto tempo de vida ele ainda tem.

Digo, o 4o tópico teve uma coisa engraçada. Cof cof:
"Quem diz que é possível ser feliz sem dinheiro é porque não tem ou nunca teve".
Meu pai é filósofo.

Agora chega. Vou mandar um "inté" especial pra galera da área comercial e dizer que, nê, vender uma calça por 396 reais? Nunquinha, bem. Só a Paris Hilton, o que é, convenhamos, um baita desperdício, já que ela não mede esforços para ficar com elas no corpo. Come on, né, people.

Inté;